terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Monumentos de Homenagem

A Praça da República, principal praça trafariense, tem ao centro implantados dos significativos monumentos, um de homenagem (26-12-71) aos soldados que pereceram nas guerras do ultramar (Monumento ao Militar) e outro de homenagem (11-11-71) ao Padre Baltazar (Monumento ao Padre Baltazar).

sábado, 5 de janeiro de 2008

Silos

Nos últimos 10 anos tem piorado a qualidade do ar que respiramos. É o que está a acontecer na Trafaria. Em termos de degradação ambiental coloca-se a situação dos silos da Trafaria. Construídos no início dos anos 80, os silos da Trafaria foram apresentados como um polo de desenvolvimento local, criador de emprego e de riqueza na zona. Com a adesão de Portugal à União Europeia ficaram inseridos num espaço económico excedentário em termos agrícolas e não possuem hoje valor económico, em termos de projecto nacional. Os silos da Trafaria são hoje fonte de poeiras e ruídos que trazem problemas alérgicos e de respiração a muitas pessoas, causando problemas de saúde cujos custos não devem ser negligenciados.

Prejuízos que os Silos trouxeram:
· Poluição.
· Tirou Grande Extensão da Praia.
· Acabou por tirar um bocado de turismo na região
· Cheiros dos Cereais.
· Provoca Doenças respiratórias como a asma e outras doenças confirmadas pelos médicos.
· As estradas na nossa população ficaram deterioradas derivado á tonelagem dos camiões.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007


Situa-se junto ao nº 25 da Avenida Bulhão Pato e às “Rochas ou Terras do Danino”, que em 1834 sofreu um violento incêndio, deixando-lhe somente as paredes. Motivos diversos devem ter levado ao abandono da capela, tendo esta vindo a servir a várias instalações. Nos finais do séc. XIX, princípios do séc. XX, funcionou nela uma fábrica de cortiça. Após a falência desta fábrica, veio a funcionar um fabrico de redes para a pesca e depois uma olaria.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Forte do Bugio

Foz do rio Tejo
Classificada, desde 1957, como Monumento Nacional. D. Sebastião ordenou a sua edificação, mas os trabalhos continuaram durante a dinastia Filipina e arrastaram-se até à Restauração.
A disposição da artilharia, em torno de plataforma circular, permitia a defesa em todo o horizonte, mas não era a mais adequada para defesa da barra. Conhecendo-se os pontos fracos de implantação e edificação, foi destinada para outros fins: em 1755 a torre recebe um farol que serve toda a barra e, mais tarde chegou a ser utilizada como prisão.

Igreja Matriz

Situada no largo da República,
Erigida no local ocupado anteriormente pela antiga Ermida de São Jerónimo, a Igreja Matriz de S. Pedro da Trafaria exibe fachada simples. Foi construída durante o ano de 1856 e possui no seu espólio imagens das Capelas de N.ª Sra. da Saúde (situada no Forte da Trafaria e restaurada no início do ano de 1910) e de N.ª Sra. da Conceição (na Quinta da Ladeira, destruída por um incêndio em 1835).

Forte da Trafaria


Construído em 1683, a mando de D. Pedro II, o Forte da Trafaria situa-se junto ao Rio Tejo, entre o extremo Oeste da falésia e o Ribeiro da Raposeira, na vila. Talvez pelas dúvidas sobre a sua eficácia defensiva - apenas permitia impedir um possível desembarque - o local teve diversos usos. Funcionou como presídio e fortaleza marítima desde 1831 até 1833. Pouco tempo depois guerras liberais, o forte foi abandonado e ocupado como fábrica de guano de peixe, indústria condenada pelo Conselho de Saúde Pública.
Serviu ainda de viveiro das matas nacionais, abrigou as galeotas reais (1879), mas em 1917 encontra-se novamente ao abandono.

Baterias de Alpena e Raposeira

As quatro baterias de Alpena e da Raposeira são construções militares de 1893.
As baterias da Raposeira estabeleceram-se na proximidade do antigo Forte da Vigia, em plano mais elevado, a Leste. As de Alpena, junto dos antigos redutos da Raposeira Grande e Pequena. A guarnição alojava-se numa outra edificação - o quartel da Trafaria, inaugurada em 1905, pelo Rei D. Carlos.
As quatro construções militares foram aperfeiçoadas durante a I Guerra Mundial, tendo recebido artilharia de maior calibre, usado na época.
As baterias de Alpena estão actualmente abandonadas, ao contrário das da Raposeira, que continuam operacionais.